Devolver o dízimo é aprender a amar a Deus e ao outro

Com o dízimo aprendemos a devolver a Deus um pouco do que Dele recebemos!

Devolver o dízimo é aprender a amar a Deus e ao outro: a Deus porque devolvemos a Ele um pouco do muito que Ele que nos dá, e ao outro porque partilhamos com a comunidade os bens que possuímos. Ao contribuir com o dízimo descobrimos a alegria de servir. E o serviço, quando autêntico, é fruto do amor que se doa sem esperar nada em troca. O dizimista fiel, consciente e generoso é feliz porque aprendeu a amar de todo o coração, inclusive repartindo o que possui.

A contribuição consciente e generosa é fonte de muitas graças; quanto mais o coração se abre para partilhar, tanto mais se abre para receber. “Convém lembrar: aquele que semeia pouco, pouco ceifará. Aquele que semeia muito, muito ceifará. Dê, cada um conforme o impulso do seu coração, sem tristeza nem constrangimento. Deus ama o que dá com alegria”.

A decisão com que quantia contribuir é sua e de sua família. Não é o bispo, nem o padre, nem outra pessoa quem deve tomar essa decisão por você. A sua contribuição deve ser, em primeiro lugar, espontânea: deve ser livre, por opção, sem qualquer coação; e, também, generosa: deve ser uma quantia significativa, que realmente represente o que você ganha com o seu trabalho e esforço; não pode ser sobra ou resto, quantia que é simbólica e não traduz a sua luta pela vida nem a sua gratidão a Deus. Dessa forma, você estará sendo um dizimista generoso, se, ao contribuir, você descobrir que está fazendo alguma renúncia, que a quantia partilhada é fruto do seu empenho e esforço, entretanto, se aquilo que você entrega como dízimo não lhe faz nenhuma falta e não exige sacrifício, é sinal de que você ainda não está contribuindo com tudo o que poderia contribuir.

Ser dizimista é aprender a evangelizar em comunidade, tanto na própria comunidade como em outras, além das nossas fronteiras. Porque somos discípulos missionários de Jesus, temos de vencer o comodismo e ir ao encontro do outro, repartindo com ele a alegria de ser cristão.

O dízimo nos permite isso, investir na ação evangelizadora da Igreja por meio das dimensões religiosa, social e missionária. Se investimos em nós, na nossa família de sangue, não é justo que também invistamos na nossa família na fé? Ao contribuir com o dízimo, o dizimista prova que acredita na Igreja e em sua missão, e que assume com os demais irmãos e irmãs na fé a sustentação da obra de Deus. Não temos o direito de ficar de braços cruzados, esperando que as pessoas nos procurem. Pelo dízimo, criamos condições de falar e anunciar Jesus com meios tecnológicos modernos, que se tornam instrumentos na propagação do Evangelho. Para isso, é preciso investir sem temor nem avareza.

Optar pelo dízimo é entrar na escola do amor, da gratidão; é estar em partilha com o próximo. Portanto, venha fazer parte também, seja você dizimista!

 

Ademilson e Priscila

 

 

 

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